Com a popularidade das redes sociais e dos influenciadores, é possível encontrar todo e qualquer tipo de dica de beleza nas plataformas. Um estudo deste ano, porém, fez um alerta sobre o comportamento. Leia também SaúdeExcesso de skincare pode prejudicar a pele e estar relacionado à compulsão Vida & EstiloSkincare com sardinha: médica comenta riscos de nova tendência das redes Vida & Estilo5 erros de skincare que podem comprometer os cuidados com a pele Vida & EstiloSkincare: o couro cabeludo também é pele e precisa de cuidados Apresentado no Congresso da Academia Europeia de Dermatologia e Venerologia (EADV), o levantamento acompanhou 94 pessoas que tiveram problemas provocados por itens promovidos nas redes — com metade delas afirmando ter montado a rotina de cuidados justamente por meio desses canais.7 imagensFechar modal.1 de 7Quando o assunto é beleza, limpeza e hidratação do rosto são os primeiros passosGetty Images2 de 7O protetor solar é o melhor amigo da pele, segundo dermatologistasGetty Images3 de 7A região dos olhos exige atenção redobradaGetty Images4 de 7Teste do skincare: descubra quão viciado você é em cuidados com a peleGetty Images5 de 7Autocuidado envolve diferentes áreas e é benéfico. Pressão por inseri-lo na rotina, entretanto, pode ser gatilho para problemas emocionaisGetty Images6 de 7Diante de uma quantidade enorme de produtos nas prateleiras, apenas uma dermatologista é capaz de identificar as necessidades da sua cútisGetty Images7 de 7Atente-se sempre às recomendações de aplicação do produto. Adequação garante eficácia dos dermocosméticosGetty ImagesVeja os númerosIdentificada em cerca de 42% dos pacientes, a dermatite de contato irritativa foi a condição mais comum. A acne, por sua vez, foi registrada em quase 30%. Outros números indicaram que:12% tiveram crises de rosácea;10% apresentaram hiperpigmentação;7% sofreram queimaduras químicas superficiais.Acerca dos componentes mais associados a casos de reação e inflamação da pele, estavam esfoliantes com alfa-hidroxiácidos ou beta-hidroxiácidos (35%), produtos retinoides de venda livre (27%), séruns de vitamina C em alta concentração (14%) e itens com niacinamida (11%).O efeito rebote pode ocorrer pelo uso excessivo e inadequado de determinados itensA pesquisa indicou ainda que 63% dos pacientes mantinham uma rotina de cuidados com mais de três ativos. Outro número apontou que 35% das pessoas analisadas não tinha problemas dermatológicos diagnosticados anteriormente.O que diz uma médicaEm entrevista a um portal internacional, a médica Ife J. Rodney criticou influenciadores que divulgam conteúdos do gênero. “Essas pessoas não têm o conhecimento científico necessário para dar conselhos médicos, que é o que muitas vezes fazem”, alertou.“Muitos dos produtos recomendados nas redes sociais estão na moda, mas podem irritar a pele, principalmente quando combinados. Se você não prestar atenção aos ingredientes ativos, pode acabar usando uma concentração de 5% de um ingrediente duas vezes, o que pode resultar numa concentração de 10% — e isso pode ser irritante”, completou a especialista.Sempre consulte um profissionalA recomendação da dermatologista, nesse caso, é consultar um profissional que realmente entenda dos produtos que despertaram interesse nas redes sociais. Ela enfatizou que isso é ainda mais importante para pessoas que lidam com acne ou sensibilidade na pele.“Os dermatologistas podem orientá-lo sobre o que é melhor para o seu tipo de pele, além de indicar quais ingredientes são repetitivos ou interagem e não devem ser usados juntos”, pontuou.Leia o estudo completo clicando aqui.

















