O presidente do Senado Federal, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), classificou como “gigante e histórica” a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6×1. A manifestação foi divulgada no canal oficial do senador no WhatsApp, logo após a votação desta quarta-feira (14/10).“Mais tempo para viver. Mais dignidade para quem trabalha […] Assumi o compromisso de colocar a proposta em votação e cumpri”, declarou.A PEC foi aprovada em dois turnos no Senado, com 75 votos favoráveis e um contrário em cada votação. Hamilton Mourão (Republicanos-RS), ex-vice-presidente, foi o único senador a votar contra o texto.4 imagensFechar modal.1 de 4O Senado Federal aprovou, em 1⁰ e 2⁰ turno, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da escala de trabalho 6x1.KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo2 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo3 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo4 de 4KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografoA proposta prevê a redução da jornada semanal máxima de 44 para 40 horas, com dois dias de descanso remunerado e sem redução salarial. Atualmente, a escala 6×1 permite seis dias consecutivos de trabalho para um de descanso. A mudança busca garantir aos trabalhadores uma jornada de cinco dias de trabalho e dois de folga. Leia também Grande Angular6×1: “Não te disse que ia dar certo?”, diz Alcolumbre a Camilo Santana BrasilLula celebra aprovação do fim da 6×1 no Senado: “Conquista histórica” BrasilMourão é o único senador a votar contra a PEC do fim da escala 6×1 BrasilFlávio passa quase 4h sem registrar presença, mas vota pelo fim da 6×1 Com a aprovação nos dois turnos, a PEC segue para promulgação pelo Congresso Nacional, etapa que oficializa a alteração na Constituição. A medida integra o debate sobre a redução da jornada de trabalho no país e tem sido defendida por setores do governo e por movimentos de trabalhadores.A PEC é uma pauta prioritária para o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição. No 1° turno do pleito, em 4 de outubro, ele ficou atrás do senador Flávio Bolsonaro (PL), que obteve 47,03% dos votos contra 45,16% do petista.













